Hoje notei uma incrível semelhança entre meu professor de biologia, Gerson, e o ministro da magia, Cornélio Fudge.
Agora, toda vez que o professor entrar na sala, vou imagina-lo usando um chapéu coco verde-limão. Isso tornará as aulas bem mais divertidas :D
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Menininha
A menina no homem
O homem na menina
A menina ri, chora, ora
A menina no homem alfora
Encantada ela olha os brinquedos
Não pode toca-los, mas brinca
brinca com seu olhar atento e puro.
O homem não sabe pra onde ela iria
O homem não sabe de onde ela foi
Não sabe seu nome, desconhece seu físico
Só sabe que ela ri, chora e ora
E que eu seu ser a menininha alfora.
Nada sabe dizer, em nada pode mexer
Engatinha pelo chão do apartamento vazio
O homem lhe acompanha, emprestando mente e corpo
Alma, a garotinha já não pode mais ter.
A menina ri, chora, ora
A menina no homem aflora
Por fim ela cumpre sua missão
E ainda com aquela inocência de quem pode contar
a idade nos dedos das mãos,
a pequenina vai-se embora.
A paz reina, no apartamento vazio.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Last Goodbye.
Acabou.
Isso me deixa terrivelmente triste, mas acabou.
Olhar pra trás e lembrar tudo o que nós fomos um dia, é bom demais pra mim, porque apesar dos pesares, eu sei que as coisas que dissemos um para o outro foram sinceras.
Dizem que o pra sempre é uma mentira, que ele nunca acontece... pode até ser. Mas eu não me arrependo de todos os que eu falei pra você, porque eles foram do fundo do meu coração. Eu queria que os nossos ''pra sempres'' pudessem se cumprir.
Poisé, nada nunca acaba acontecendo como se espera. Faz um tempinho desde que botamos um ponto final na nossa história, e eu acho que no fim das contas foi o melhor pra nós dois, mas foi só hoje que eu percebi que o livro dessa história se fechou. Hoje, eu acabei nosso livro.
Escrevo esse post os olhos marejados, afinal, é triste você sentir aquela esperança que alimentava os seus dias, morrer dentro do seu ser.
Sonho com você as vezes, e acho que pra sempre vou sonhar... mas de hoje em diante serão sonhos diferentes, pois na manhã não terei aquela esperança dentro de mim. Ao abrir os olhos, só vai restar a saudade.
"This is our last goodbye, I hate to feel the love between us die(...)"
(esse post é um desabafo só, e um milhão de vezes mais pessoal do que os outros daqui. Não tô ligando se é feio ou bonito, se é um daqueles clichês absurdos, mais do que previsíveis ou qualquer outra coisa. Ele precisava ser escrito, só isso.)
Isso me deixa terrivelmente triste, mas acabou.
Olhar pra trás e lembrar tudo o que nós fomos um dia, é bom demais pra mim, porque apesar dos pesares, eu sei que as coisas que dissemos um para o outro foram sinceras.
Dizem que o pra sempre é uma mentira, que ele nunca acontece... pode até ser. Mas eu não me arrependo de todos os que eu falei pra você, porque eles foram do fundo do meu coração. Eu queria que os nossos ''pra sempres'' pudessem se cumprir.
Poisé, nada nunca acaba acontecendo como se espera. Faz um tempinho desde que botamos um ponto final na nossa história, e eu acho que no fim das contas foi o melhor pra nós dois, mas foi só hoje que eu percebi que o livro dessa história se fechou. Hoje, eu acabei nosso livro.
Escrevo esse post os olhos marejados, afinal, é triste você sentir aquela esperança que alimentava os seus dias, morrer dentro do seu ser.
Sonho com você as vezes, e acho que pra sempre vou sonhar... mas de hoje em diante serão sonhos diferentes, pois na manhã não terei aquela esperança dentro de mim. Ao abrir os olhos, só vai restar a saudade.
"This is our last goodbye, I hate to feel the love between us die(...)"
(esse post é um desabafo só, e um milhão de vezes mais pessoal do que os outros daqui. Não tô ligando se é feio ou bonito, se é um daqueles clichês absurdos, mais do que previsíveis ou qualquer outra coisa. Ele precisava ser escrito, só isso.)
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domingo, 30 de novembro de 2008
(...)
Já posso ter passado algumas vezes por isso, mas sempre me surpreendo. É incrível o que um filme, ou uma música, podem fazer comigo.
Bem, na quarta-feira, eu tava com uma baita vontade de ver tal filme (que eu já vi umas 14 vezes), então baixei.
Até agora eu tento assimilar a reação que tenho toda vez que vejo o as suas mesmas cenas, ouço as mesmas falas (algumas já até decoradas) e sempre, sempre sinto as mesmas emoções.
O fato é que nenhum outro filme mexe comigo assim, e provavelmente nunca vai mexer.
Ainda me lembro da minha reação, após ve-lo pela primeira vez. Chorando, em baixo do chuveiro. Eu tinha apenas 12 anos, não sei se tinha a capacidade de absorver e entender todas as informações que aquelas duas horas na frente da televisão haviam me passado, mas mesmo assim, chorei.
Choro até hoje, e acho que sempre vou chorar. Não sei se tenho exatamente a mesma visão que tive há quatro anos, mas o filme continua me fascinando, da mesma maneira. O que sei é que não é um choro de tristeza, não é um drama ou qualquer coisa do tipo. É um choro um tanto quanto angustiado e nostálgico... posso até dizer que são lágrimas de medo e anseio, talvez. Mas no fim, por incrível que pareça, tudo isso faz com que eu me sinta bem e de um jeito meio estranho, aliviada.
De certa não é o melhor filme do mundo, claro que não. Nem meu favorito ele é! Mas, sempre que eu ouvir a sua música, ver o seu trailer, ou alguma situação me lembrar de suas cenas, pode ter certeza, isso vai me causar arrepíos.
"Take what you need, and be on your way(...)"
Bem, na quarta-feira, eu tava com uma baita vontade de ver tal filme (que eu já vi umas 14 vezes), então baixei.
Até agora eu tento assimilar a reação que tenho toda vez que vejo o as suas mesmas cenas, ouço as mesmas falas (algumas já até decoradas) e sempre, sempre sinto as mesmas emoções.
O fato é que nenhum outro filme mexe comigo assim, e provavelmente nunca vai mexer.
Ainda me lembro da minha reação, após ve-lo pela primeira vez. Chorando, em baixo do chuveiro. Eu tinha apenas 12 anos, não sei se tinha a capacidade de absorver e entender todas as informações que aquelas duas horas na frente da televisão haviam me passado, mas mesmo assim, chorei.
Choro até hoje, e acho que sempre vou chorar. Não sei se tenho exatamente a mesma visão que tive há quatro anos, mas o filme continua me fascinando, da mesma maneira. O que sei é que não é um choro de tristeza, não é um drama ou qualquer coisa do tipo. É um choro um tanto quanto angustiado e nostálgico... posso até dizer que são lágrimas de medo e anseio, talvez. Mas no fim, por incrível que pareça, tudo isso faz com que eu me sinta bem e de um jeito meio estranho, aliviada.
De certa não é o melhor filme do mundo, claro que não. Nem meu favorito ele é! Mas, sempre que eu ouvir a sua música, ver o seu trailer, ou alguma situação me lembrar de suas cenas, pode ter certeza, isso vai me causar arrepíos.
"Take what you need, and be on your way(...)"
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sábado, 22 de novembro de 2008
Ela teve vontade de dizer tudo o que passou pela sua cabeça naqueles últimos dias, e naquele último instante.
Enquanto se preparava pra mais uma de tantas despedidas que teve de presenciar ao longo dos últimos anos, e com as quais ainda não havia se acostumado, olhou nos olhos dele, e teve vontade de dizer...
Quis falar sobre as suas angústias, seus medos e incertezas. Sobre turbilhão de coisas que estavam acontecendo dentro dela, e como, apesar de todos esses sentimentos serem intimidantes, ela estava feliz por estar com ele naquele momento.
Quis cuspir todas aquelas palavras tolas e sem sentido e dizer o quanto era idiota por se sentir daquele jeito, daquele que ela prometera a si mesma que nunca mais iria sentir.
Por fim teve vontade de admitir que por mais que não quisesse, acreditava em cada palavra dita por ele, e que queria do fundo do coração que todas aquelas promessas se realizassem, um dia.
Como sempre, calou-se, e o pouco que disse soou incrívelmente estúpido.
Deixou pra ele, as últimas palavras.
Então, até daqui umas duas ou três semanas... ou até um mês.
Promete que volta?
Prometo...
Até logo
Até.
Enquanto se preparava pra mais uma de tantas despedidas que teve de presenciar ao longo dos últimos anos, e com as quais ainda não havia se acostumado, olhou nos olhos dele, e teve vontade de dizer...
Quis falar sobre as suas angústias, seus medos e incertezas. Sobre turbilhão de coisas que estavam acontecendo dentro dela, e como, apesar de todos esses sentimentos serem intimidantes, ela estava feliz por estar com ele naquele momento.
Quis cuspir todas aquelas palavras tolas e sem sentido e dizer o quanto era idiota por se sentir daquele jeito, daquele que ela prometera a si mesma que nunca mais iria sentir.
Por fim teve vontade de admitir que por mais que não quisesse, acreditava em cada palavra dita por ele, e que queria do fundo do coração que todas aquelas promessas se realizassem, um dia.
Como sempre, calou-se, e o pouco que disse soou incrívelmente estúpido.
Deixou pra ele, as últimas palavras.
Então, até daqui umas duas ou três semanas... ou até um mês.
Promete que volta?
Prometo...
Até logo
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008
sábado, 1 de novembro de 2008
"Já se sentiu tão vivo, que chegou a doer?"
Frequentemente, quando estou no carro, em casa ou na escola, a voz de Gabriel Zander, vocalista da Noção de nada (que acabou, infelizmente) me faz a seguinte pergunta: "Já se sentiu tão vivo que chegou a doer?"
Bem, um dia desses eu parei pra pensar nessa pergunta. Não que eu nunca tenha prestado atenção nela antes, afinal, não é o tipo de frase que você simplesmente ignora.
Mas enfim, como eu dizia, parei pra pensar na pergunta, parei pra tentar achar uma resposta...
Se eu for considerar como eu ando vivendo ultimamente, sairia uma resposta rapidamente: Não.
Minha vida tem se baseado na simples e entediante rotina, da escola pra casa, da casa pra escola, saindo as vezes, no fim de semana, mas nada que se possa dizer "uau".
Percebi que não vejo a hora desse ano acabar, um ano que pra mim foi no mínimo monótono, e em partes, triste. É claro que não descarto pessoas maravilhosas, que entraram na minha vida, e nem momentos (poucos) que estarão guardados na minha memória pra sempre.
Percebi que o ano passado foi infinitamente melhor do que esse. Lembrei daquela Luísa de 2007, toda animada por estar finalmente entrando no primeiro ano do ensino médio, aquela Luisa que foi nos melhores shows de sua vida, que fez amigos maravilhosos, que conheceu pessoas e lugares maravilhosos, que teve um ano conturbado e cheio de emoções, do qual nunca se esquecerá (nem poderia).
Penso, e comparo com a Luísa de 2008, que passou metade do ano achando que era infinitamente pior do que realmente é, que passou chorando, que passou tentando achar lógica nas coisas que simplesmente não a tem, tentando resolver assuntos que não podiam e nem deviam ser resolvidos por ela, tentando esquecer o que é impossível de ser esquecido, e enfim, uma menina que passou o ano inteiro esperando as cosias começaram a acontecer. Bem, elas não aconteceram.
E esta é a Luísa do dia 1 de novembro de 2008, que está ainda mais ansiosa pro ano acabar, do que estava no começo desse post, que está tensa com as provas finais, que começam na segunda feira, que ainda está tentando esquecer o que é impossível ser esquecido, e que está com aquela angústia constante dentro de si, e que por fim, se pergunta quando é que diabos ela vai acabar.
"Já se sentiu tão vivo, que chegou a doer?"
A minha resposta, definitivamente é sim, mas não para o momento que estou vivendo agora... agora me sinto tão apagada e sem brilho, que, isso sim, chega a doer.
É só uma fase um pouco conturbada, nada que as lembranças de anos intensos e vivos não curem. É o que me faz ter forças pra acordar de manhã (com a pequena ajuda de algumas pessoas e canções) e é o que me anima para a espera de um futuro um pouco mais colorido.
Bem, um dia desses eu parei pra pensar nessa pergunta. Não que eu nunca tenha prestado atenção nela antes, afinal, não é o tipo de frase que você simplesmente ignora.
Mas enfim, como eu dizia, parei pra pensar na pergunta, parei pra tentar achar uma resposta...
Se eu for considerar como eu ando vivendo ultimamente, sairia uma resposta rapidamente: Não.
Minha vida tem se baseado na simples e entediante rotina, da escola pra casa, da casa pra escola, saindo as vezes, no fim de semana, mas nada que se possa dizer "uau".
Percebi que não vejo a hora desse ano acabar, um ano que pra mim foi no mínimo monótono, e em partes, triste. É claro que não descarto pessoas maravilhosas, que entraram na minha vida, e nem momentos (poucos) que estarão guardados na minha memória pra sempre.
Percebi que o ano passado foi infinitamente melhor do que esse. Lembrei daquela Luísa de 2007, toda animada por estar finalmente entrando no primeiro ano do ensino médio, aquela Luisa que foi nos melhores shows de sua vida, que fez amigos maravilhosos, que conheceu pessoas e lugares maravilhosos, que teve um ano conturbado e cheio de emoções, do qual nunca se esquecerá (nem poderia).
Penso, e comparo com a Luísa de 2008, que passou metade do ano achando que era infinitamente pior do que realmente é, que passou chorando, que passou tentando achar lógica nas coisas que simplesmente não a tem, tentando resolver assuntos que não podiam e nem deviam ser resolvidos por ela, tentando esquecer o que é impossível de ser esquecido, e enfim, uma menina que passou o ano inteiro esperando as cosias começaram a acontecer. Bem, elas não aconteceram.
E esta é a Luísa do dia 1 de novembro de 2008, que está ainda mais ansiosa pro ano acabar, do que estava no começo desse post, que está tensa com as provas finais, que começam na segunda feira, que ainda está tentando esquecer o que é impossível ser esquecido, e que está com aquela angústia constante dentro de si, e que por fim, se pergunta quando é que diabos ela vai acabar.
"Já se sentiu tão vivo, que chegou a doer?"
A minha resposta, definitivamente é sim, mas não para o momento que estou vivendo agora... agora me sinto tão apagada e sem brilho, que, isso sim, chega a doer.
É só uma fase um pouco conturbada, nada que as lembranças de anos intensos e vivos não curem. É o que me faz ter forças pra acordar de manhã (com a pequena ajuda de algumas pessoas e canções) e é o que me anima para a espera de um futuro um pouco mais colorido.
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